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O
Brasil é um país tipicamente agrícola,
possuindo uma diversificação de culturas
usuárias de calcário em quase todas
as regiões produtoras, tendo como principal
fator, os solos brasileiros normalmente ácidos.
A
força de vendas está direcionada para
os mercados de:
Citros/Agricultura/Pecuária/Cana
- São Paulo
Agricultura/Horticultura/Cana/Café/Pecuária
- Paraná
Cana/Pecuária/Agricultura - Mato Grosso do
Sul
Nossa
estrutura comercial é viabilizada com a parceria
através de representações comerciais
nas regiões citadas. O mercado de corretivos
agrícolas nestas regiões apresentam
sazonalidades que devem ser analisadas e exploradas
com muita agilidade e o produto de maior aceitação
nestas regiões é o calcário
dolomítico.
As características físico/químicas
do calcário produzido na Itatinga, oferecem
excelentes argumentos de vendas, com balanceamento
dos teores de cálcio e magnésio a
uma granulometria fina. Apresenta um PRNT (Poder
Relativo de Neutralização Total) excelente
e uma composição química invejável,
que aliada ao processo de moagem eficiente destaca-se
no mercado.
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Na
região de Castro, o calcário é usado
há mais de 30 anos, sempre mantendo o solo em perfeito
equilíbrio, conforme acompanhamento da Fundação
ABC, Centro de Pesquisa e Tecnologia de Castro, conhecida
em todo Mercosul.
O mundo moderno exige produtividade, eficiência
e qualidade. Está exaustivamente comprovado que
a calagem é imprescindível para a produtividade
agrícola.
O calcário, além dos efeitos de correção
fornece os macronutrientes Ca e Mg e potencializa o efeito
dos fertilizantes. A calagem resulta em maior produtividade
e competitividade, com respeito a qualidade do meio ambiente,
a calagem dos solos perdura em média por 3 anos.
Nosso
país só deve ampliar a fronteira agrícola
após o uso eficiente das áreas já
agricultadas, paralelamente as novas áreas a serem
exploradas, constituídas basicamente de solo sob
cerrado, o qual só é produtivo após
a calagem.
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